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EB-5: Últimos Meses Para Aplicar no EB-5 Dentro das Regras Atuais que terminam em 30 de setembro
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ENTENDA A CHINA: Inovação: Disrupção no Ocidente, Acumulação na China
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Notícias: Energia, Defesa e Poder Global
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Economia & Você: Você tem empreendimentos nos EUA? O Leão quer saber! - Carlo Barbieri recebeu Vicente Sevilha
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Oxford News: Visita institucional na Oxford Group | Presidente da Oxford Group, Carlos Barbieri, entrega exemplar de novo livro ao Embaixador André Carvalho
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Responsabilidade Social: Palestra: Oportunidades financeiras para brasileiros nos EUA
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EB-5: Últimos Meses Para Aplicar no EB-5 Dentro das Regras Atuais que terminam em 30 de setembro
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Especialistas alertam para possíveis mudanças ou cancelamento do programa americano de Green Card por investimento após setembro
O programa EB-5 Immigrant Investor Program continua sendo uma das alternativas mais sólidas e estratégicas para investidores que desejam conquistar o Green Card americano através de investimento nos Estados Unidos.
No entanto, o mercado vem acompanhando com apreensão o prazo atual do programa, já que existe grande expectativa sobre possíveis mudanças ou não prorrogação na regulamentação após 30 de setembro, data considerada decisiva para o futuro das regras atualmente vigentes.
Com isso, cresce significativamente o número de famílias empresárias, investidores internacionais e grupos patrimoniais antecipando seus processos de imigração e investimento nos EUA.
Além da questão do prazo, especialistas destacam que a escolha correta do projeto EB-5 é hoje um dos fatores mais importantes para o sucesso do processo. Segurança jurídica, capacidade comprovada de geração de empregos, estrutura financeira sólida e análise criteriosa do empreendimento são pontos fundamentais para redução de riscos.
Nos últimos anos, os projetos mais procurados dentro do programa vêm concentrando oportunidades em setores estratégicos da economia americana, especialmente nas áreas de:
- Construção e desenvolvimento imobiliário
- Hotelaria e turismo
- Mineração e infraestrutura
- Tecnologia e inovação
O programa EB-5 segue sendo uma das principais portas de entrada para investidores que desejam:
✔ Obter residência permanente nos Estados Unidos
✔ Expandir negócios no mercado americano
✔ Criar oportunidades futuras para seus filhos e família
✔ País seguro para investimentos e qualidade de vida
Com décadas de atuação no mercado americano e ampla experiência em internacionalização de empresas e investimentos nos EUA, a Oxford Group USA acompanha investidores brasileiros em todas as etapas do processo em particular do EB-5 a mais de 29 anos, desde a análise estratégica até a conexão com projetos selecionados.
O momento exige planejamento e decisão estratégica.
Para entender se ainda faz sentido iniciar um processo EB-5 dentro das regras atuais e conhecer projetos disponíveis considerados mais seguros pelo nosso departamento especializado, entre em contato com nossa equipe.
| | ENTENDA A CHINA | ENSAIO IV | |
Inovação: Disrupção no Ocidente, Acumulação na China
Neste ensaio, analisamos as diferenças entre os modelos de inovação do Ocidente e da China, o papel do Estado, da indústria, da educação e da escala produtiva, além dos impactos dessa disputa tecnológica na reorganização do equilíbrio global de poder. A ascensão tecnológica da China talvez seja um dos fenômenos mais relevantes e ao mesmo tempo mais mal compreendidos do século XXI.
Durante décadas, grande parte do Ocidente enxergou a China apenas como “a fábrica do mundo”, associando seu crescimento principalmente à mão de obra barata, produção em massa e exportação de bens industriais. Mas, silenciosamente, o país construiu algo muito mais profundo: uma estrutura tecnológica, industrial e estratégica baseada em acumulação de conhecimento, escala produtiva, domínio de cadeias e planejamento de longo prazo.
Enquanto o modelo ocidental de inovação frequentemente valoriza a disrupção, a ruptura tecnológica e o surgimento de startups capazes de transformar mercados rapidamente, a estratégia chinesa seguiu um caminho diferente. Menos baseado em movimentos bruscos e mais fundamentado em absorção, adaptação, aperfeiçoamento contínuo e capacidade de execução.
A China não buscou apenas criar empresas inovadoras.
Buscou construir capacidades nacionais.
Esse processo envolveu investimento em infraestrutura, educação, engenharia, indústria, logística, inteligência tecnológica e integração produtiva. O país utilizou sua escala populacional, seu mercado interno e sua coordenação estatal para transformar produção em aprendizado e aprendizado em poder estratégico.
Hoje, a disputa tecnológica entre China e Estados Unidos vai muito além da competição entre empresas.
Trata-se de uma disputa entre modelos de desenvolvimento, sistemas de inovação e visões distintas de poder econômico e tecnológico.
A questão central talvez não seja apenas:
“Quem inventa mais?”
Mas sim:
“Quem consegue transformar conhecimento em autonomia, capacidade nacional e influência global?”
Para ler o ensaio completo, clique aqui ⬇️
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Notícia: FMI alerta para impacto global da crise energética e alta do petróleo
O Fundo Monetário Internacional (FMI) voltou a demonstrar preocupação nesta semana com os impactos da crise energética sobre a economia mundial. O principal alerta envolve a alta do petróleo, as tensões geopolíticas no Oriente Médio e os riscos de desaceleração econômica global caso o cenário continue se agravando.
Segundo analistas internacionais, a pressão sobre o mercado de energia já começa a impactar diretamente custos industriais, transporte marítimo, aviação, produção agrícola e inflação em diversos países.
A preocupação aumentou devido às instabilidades envolvendo importantes rotas estratégicas globais, principalmente no Oriente Médio, região responsável por grande parte da produção mundial de petróleo e gás natural.
Especialistas alertam que, caso o petróleo continue subindo e permaneça em níveis elevados por um período prolongado, os impactos poderão incluir:
- Desaceleração do crescimento econômico mundial
- Aumento da inflação global
- Manutenção de juros altos por mais tempo
- Maior volatilidade nos mercados financeiros
O FMI também destacou que economias emergentes tendem a ser ainda mais vulneráveis neste cenário, especialmente países dependentes da importação de combustíveis e energia.
Nos mercados financeiros, investidores acompanham atentamente os próximos movimentos geopolíticos, já que o comportamento do petróleo voltou a ser um dos principais fatores de influência sobre inflação, taxas de juros e crescimento econômico global.
Além da questão energética, o atual cenário reforça uma tendência cada vez mais forte entre as grandes potências: a busca por segurança energética, fortalecimento industrial e proteção econômica estratégica.
Governos dos Estados Unidos, Europa e Ásia vêm acelerando investimentos em infraestrutura, produção local de energia e cadeias produtivas nacionais, tentando reduzir vulnerabilidades diante das crescentes tensões geopolíticas internacionais.
Economistas avaliam que energia, segurança e geopolítica continuarão sendo os principais fatores de influência sobre a economia mundial ao longo de 2026.
| | Notícias: Energia, Defesa e Poder Global |
Notícia: Segurança nacional e combate ao crime internacional ganham prioridade em Washington
A segurança nacional voltou ao centro da estratégia política dos Estados Unidos nesta semana, com a Casa Branca ampliando discussões sobre combate ao crime organizado internacional, fortalecimento das fronteiras, imigração irregular e cooperação de inteligência com países aliados.
A atual administração americana vem reforçando uma linha mais rígida em relação ao tráfico internacional, organizações criminosas transnacionais, lavagem de dinheiro, tráfico humano e crimes cibernéticos, defendendo que o fortalecimento da segurança interna é fundamental para proteger a economia, a estabilidade social e a competitividade do país no cenário global.
Nos bastidores de Washington, autoridades americanas também têm intensificado debates sobre maior integração entre agências de segurança, inteligência e defesa, além de ampliar acordos internacionais voltados ao compartilhamento de informações estratégicas e monitoramento de atividades ilícitas.
O tema ganhou ainda mais força diante do aumento das preocupações relacionadas à segurança das fronteiras, entrada irregular de imigrantes, tráfico de drogas sintéticas e atuação de organizações criminosas internacionais que vêm impactando diretamente cidades americanas e pressionando governos estaduais.
A visão defendida pelos setores mais conservadores da política americana é de que crescimento econômico sustentável depende diretamente de estabilidade institucional, controle territorial, fortalecimento das forças de segurança e combate firme ao crime organizado.
Além da pauta migratória, o governo também tem ampliado o foco em proteção de infraestrutura crítica, segurança energética, monitoramento tecnológico e defesa cibernética, áreas consideradas estratégicas diante do atual cenário geopolítico global.
Especialistas ligados ao setor de defesa e segurança avaliam que os Estados Unidos caminham para uma postura cada vez mais assertiva nos próximos anos, combinando fortalecimento econômico com proteção nacional, aumento da capacidade de inteligência e maior rigor contra ameaças internas e externas.
A pauta vem sendo bem recebida por setores empresariais ligados à defesa, tecnologia, logística, energia e infraestrutura, que enxergam um ambiente de maior previsibilidade, proteção institucional e fortalecimento estratégico dos interesses americanos no cenário internacional.
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Notícia: Trump impulsiona energia nuclear e reforça independência energética americana
A administração do presidente Donald Trump voltou a colocar a independência energética dos Estados Unidos no centro da estratégia econômica e geopolítica americana. Nesta semana, o governo reforçou medidas para acelerar projetos ligados à energia nuclear, considerados fundamentais para sustentar o crescimento industrial, tecnológico e militar do país. (elpais.com)
O plano busca ampliar significativamente a capacidade energética dos EUA em um momento de forte crescimento do consumo provocado pela expansão da inteligência artificial, dos centros de dados, da indústria avançada, dos semicondutores e da crescente demanda tecnológica americana.
Segundo integrantes da Casa Branca, a energia nuclear passa a ser vista como um dos pilares estratégicos da nova economia americana, permitindo maior estabilidade energética, redução da dependência externa e fortalecimento da competitividade dos Estados Unidos frente à China e outras potências globais.
Energia passa a ser tratada como prioridade estratégica nacional
O governo Trump vem defendendo que segurança energética está diretamente ligada à segurança econômica e militar dos Estados Unidos.
A avaliação dentro de Washington é que o país precisa garantir capacidade suficiente de geração energética para sustentar:
- a reindustrialização americana;
- o crescimento da inteligência artificial;
- a expansão dos data centers;
- a produção nacional de tecnologia;
- o fortalecimento da defesa;
- e a liderança global dos EUA nas próximas décadas.
Nos bastidores, assessores da Casa Branca afirmam que a disputa global deixou de ser apenas comercial e passou a envolver controle de tecnologia, energia, minerais estratégicos e infraestrutura crítica.
Dentro desta visão, a energia nuclear voltou a ganhar protagonismo por oferecer:
- geração contínua;
- alta estabilidade;
- menor vulnerabilidade geopolítica;
- e grande capacidade produtiva.
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Economia & Você
Você tem empreendimentos nos EUA? O Leão quer saber! - Carlo Barbieri recebeu Vicente Sevilha
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💰🦁 Abrir uma empresa nos Estados Unidos pode representar grandes oportunidades para empresários brasileiros — mas também exige atenção às regras fiscais, tributárias e patrimoniais que envolvem Brasil e EUA.
No Economia & Você, Carlo Barbieri recebe Vicente Sevilha - Economista & Contador, especialista em Política, Estratégia e Negócios -, para esclarecer os principais cuidados que empresários e investidores brasileiros precisam ter ao manter negócios, patrimônio ou operações internacionais.
Entre os pontos abordados:
• Quais informações sobre empresas no exterior precisam ser declaradas no Brasil
• Os riscos fiscais e tributários para brasileiros com negócios nos EUA
• Como evitar erros que podem gerar problemas com o Fisco brasileiro
💡 Uma conversa essencial para quem empreende internacionalmente e quer entender melhor os impactos fiscais entre Brasil e Estados Unidos.
| | You can now also watch ECONOMIA & VOCÊ interviews in English… click below to watch the interview in English. | | Visita institucional na Oxford Group | | 🤝 Acompanhando Tatiana Arcencio, os representantes Geovani Santos e Matheus Brito estiveram na Oxford para conhecer de perto a estrutura da empresa, seus projetos internacionais e as oportunidades desenvolvidas entre o Brasil e os Estados Unidos. 🌎 | | Presidente da Oxford Group, Carlos Barbieri, entrega exemplar seu novo livro “A Nova Realidade do Comércio Mundial por Trump” ao Embaixador André Carvalho | | 🌎 O presidente da Oxford Group, Carlos Barbieri, realizou a entrega do primeiro exemplar autografado de seu livro “A Nova Realidade do Comércio Mundial por Trump” ao Embaixador André Carvalho. A obra apresenta uma análise sobre os impactos das transformações geopolíticas e econômicas no comércio internacional e conta com prefácio do Embaixador Rubens Barbosa. 🤝✨ | | |
Responsabilidade Social
BSWFCC realiza palestra sobre Oportunidades financeiras para brasileiros nos EUA
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A Brazilian SouthWest Florida Chamber of Commerce (BSWFCC), realizou nesta terça-feira uma importante palestra institucional com representantes do BB Americas Bank no auditório da Câmara, localizado no Oxford Brazilian International Place, em Palmetto, Flórida. 🇧🇷🤝🇺🇸
O encontro reuniu empresários, empreendedores e membros da comunidade brasileira presencialmente, além de contar com dezenas de participantes que acompanharam o evento de forma online, ampliando ainda mais o alcance da iniciativa.
Durante a palestra, foram abordadas oportunidades financeiras, acesso bancário, abertura de contas e soluções estratégicas voltadas aos brasileiros residentes nos Estados Unidos.
Além do conteúdo apresentado pelos dirigentes do BB Americas Bank Samuel Barbosa e Dimas Alcântara, o evento também proporcionou um relevante momento de networking, troca de experiências e fortalecimento das conexões empresariais entre os participantes. 🌎✨
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1905 International Circle, Ste 320, Palmetto, FLORIDA
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